{"id":200792,"date":"2026-09-03T11:19:04","date_gmt":"2026-09-03T09:19:04","guid":{"rendered":"https:\/\/factorialhr.com\/blog\/?p=200792"},"modified":"2026-09-03T13:24:08","modified_gmt":"2026-09-03T11:24:08","slug":"como-e-que-o-factorial-it-ajuda-a-cumprir-nis2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/como-e-que-o-factorial-it-ajuda-a-cumprir-nis2\/","title":{"rendered":"Como \u00e9 que o Factorial IT ajuda a cumprir a NIS2?"},"content":{"rendered":"<p>A diretiva NIS2 levanta a mesma d\u00favida a quem tem de responder por ela, seja de IT, de conformidade ou de dire\u00e7\u00e3o. O que \u00e9 preciso fazer ao certo, e por onde come\u00e7ar.<\/p>\n<p>A resposta inc\u00f3moda \u00e9 que <strong>n\u00e3o se cumpre com uma \u00fanica ferramenta<\/strong>. Cumpre-se com decis\u00f5es de dire\u00e7\u00e3o, processos, infraestrutura e dados, e nenhuma plataforma cobre estas quatro coisas ao mesmo tempo. O que uma ferramenta resolve, isso sim, \u00e9 a parte que depende dos dados. Que equipamentos tens, em que estado est\u00e3o, quem acede a qu\u00ea e desde quando.<\/p>\n<p>Este artigo explica <strong>que partes destas medidas podem ser cobertas com o Factorial IT<\/strong>, com que evid\u00eancia, e como abordar o resto.<\/p>\n<h2>A NIS2 n\u00e3o se cumpre com uma \u00fanica ferramenta<\/h2>\n<p>A NIS2 obriga a coisas de natureza muito diferente, que <strong>n\u00e3o se resolvem no mesmo s\u00edtio nem com o mesmo tipo de fornecedor<\/strong>. O cumprimento assenta em quatro camadas.<\/p>\n<ul>\n<li>As decis\u00f5es de dire\u00e7\u00e3o que algu\u00e9m tem de assinar.<\/li>\n<li>Os processos que \u00e9 preciso definir e executar.<\/li>\n<li>A infraestrutura, com os seus servidores e a sua rede.<\/li>\n<li>Os dados sobre que equipamentos tens, em que estado est\u00e3o e quem acede a qu\u00ea.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Nenhuma plataforma \u00e9 capaz de cobrir estas quatro camadas em simult\u00e2neo<\/strong>. Uma <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/melhores-software-mdm\/\">ferramenta de gest\u00e3o de dispositivos<\/a> n\u00e3o pode aprovar um documento de dire\u00e7\u00e3o, e uma consultora n\u00e3o te consegue reportar em tempo real a percentagem de equipamentos encriptados. Por isso, quando um fornecedor te mostra uma tabela com as dez medidas do artigo 21.2 assinaladas a verde, est\u00e1 apenas a preencher quadr\u00edculas.<\/p>\n<p>Das quatro camadas, <strong>a dos dados \u00e9 a que pior se d\u00e1 com o papel<\/strong>. As outras tr\u00eas demonstram-se com um documento, um procedimento ou uma fatura. Os dados demonstram-se com o estado real da frota de dispositivos numa data concreta, e esse estado muda todos os dias. \u00c9 tamb\u00e9m a que consome mais tempo, porque quase nenhuma organiza\u00e7\u00e3o tem o dado \u00e0 m\u00e3o. \u00c9 essa a parte que o Factorial IT resolve.<\/p>\n<h2>O que exige o artigo 21.2 da NIS2?<\/h2>\n<p>O artigo 21.2 \u00e9 <strong>o cora\u00e7\u00e3o t\u00e9cnico da diretiva<\/strong>. Enumera as medidas de gest\u00e3o de riscos que qualquer entidade obrigada tem de aplicar. Se ainda tens d\u00favidas sobre <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/nis2-portugal\/\">o que \u00e9 a NIS2 e quem \u00e9 abrangido<\/a>, o nosso artigo dedicado desenvolve o tema em detalhe.<\/p>\n<h3>Entidades essenciais e entidades importantes<\/h3>\n<p>A NIS2 aplica-se \u00e0s m\u00e9dias e grandes empresas de uma lista de setores, que divide em dois grupos. Por um lado, as <strong>entidades essenciais<\/strong>, em setores de elevada criticidade como energia, transportes, banca ou sa\u00fade. Por outro, as <strong>entidades importantes<\/strong>, em setores igualmente relevantes mas com um regime um pouco menos exigente. Para saber <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/empresas-essenciais-vs-importantes-nis2\/\">as diferen\u00e7as entre entidades essenciais e entidades importantes<\/a>, podes ler o nosso artigo dedicado.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a entre as duas n\u00e3o est\u00e1 nas medidas de seguran\u00e7a, que s\u00e3o as mesmas, mas na <strong>supervis\u00e3o<\/strong>. As entidades essenciais podem ser fiscalizadas a qualquer momento, ao passo que as entidades importantes s\u00f3 s\u00e3o supervisionadas quando h\u00e1 ind\u00edcios de incumprimento. As <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/sancoes-nis2\/\">coimas<\/a> tamb\u00e9m s\u00e3o mais elevadas para as primeiras.<\/p>\n<p>H\u00e1 um terceiro grupo que a norma n\u00e3o obriga diretamente, mas que acaba por ser afetado da mesma forma. Se vendes a uma empresa obrigada a cumprir a NIS2, o mais prov\u00e1vel \u00e9 que te exija tamb\u00e9m esses mesmos requisitos por contrato. Aqui o prazo n\u00e3o \u00e9 a lei que o marca, \u00e9 o teu cliente.<\/p>\n<h3>As dez categorias de medidas e quais se demonstram com dados<\/h3>\n<p>O artigo 21.2 da NIS2 enumera dez categorias de medidas.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>a) An\u00e1lise de riscos e pol\u00edtica de seguran\u00e7a:<\/strong> a base que sustenta tudo o resto. \u00c9 preciso identificar os ativos cr\u00edticos, avaliar o que lhes pode acontecer e aprovar uma pol\u00edtica assinada por um respons\u00e1vel.<\/li>\n<li><strong>b) Gest\u00e3o de incidentes:<\/strong> dete\u00e7\u00e3o, resposta e notifica\u00e7\u00e3o dentro do prazo. A NIS2 fixa 24 horas para o alerta inicial e 72 horas para a avalia\u00e7\u00e3o de impacto, pelo que o que se audita \u00e9 a capacidade de reagir depressa.<\/li>\n<li><strong>c) Continuidade de neg\u00f3cio:<\/strong> c\u00f3pias de seguran\u00e7a, recupera\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de crises. Trata-se de saber que servi\u00e7os s\u00e3o cr\u00edticos, quanto tempo podes ficar sem eles e quem faz o qu\u00ea entretanto.<\/li>\n<li><strong>d) Seguran\u00e7a da cadeia de abastecimento:<\/strong> controlo dos fornecedores e dos servi\u00e7os que te prestam. Inclui o software de terceiros que utilizas, n\u00e3o s\u00f3 quem te presta um servi\u00e7o gerido.<\/li>\n<li><strong>e) Aquisi\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de sistemas:<\/strong> incluindo a gest\u00e3o de vulnerabilidades. Entram aqui o patching, a retirada de sistemas fora de suporte e a seguran\u00e7a no desenvolvimento se produzes software pr\u00f3prio.<\/li>\n<li><strong>f) Avalia\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia das medidas:<\/strong> comprovar que o que foi aplicado funciona mesmo. Uma pol\u00edtica que ningu\u00e9m rev\u00ea n\u00e3o conta como medida implementada.<\/li>\n<li><strong>g) Ciber-higiene e forma\u00e7\u00e3o:<\/strong> pr\u00e1ticas b\u00e1sicas de seguran\u00e7a e sensibiliza\u00e7\u00e3o dos colaboradores. Abrange desde a prote\u00e7\u00e3o antimalware at\u00e9 \u00e0 forma\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica, com registo de quem a concluiu.<\/li>\n<li><strong>h) Criptografia e encripta\u00e7\u00e3o:<\/strong> pol\u00edticas de encripta\u00e7\u00e3o aplicadas e verificadas. A pergunta n\u00e3o \u00e9 se tens a pol\u00edtica, mas em que percentagem da frota de dispositivos a encripta\u00e7\u00e3o est\u00e1 ativa.<\/li>\n<li><strong>i) Seguran\u00e7a nos RH, controlo de acessos e gest\u00e3o de ativos:<\/strong> o ciclo de vida de pessoas, contas e dispositivos. \u00c9 a categoria mais ampla das dez e a que gera mais trabalho operacional.<\/li>\n<li><strong>j) Autentica\u00e7\u00e3o multifator:<\/strong> MFA e comunica\u00e7\u00f5es seguras onde se aplique. \u00c9 o teu fornecedor de identidade que a disponibiliza, mas tens de conseguir demonstrar em que contas est\u00e1 ativa.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Destas dez medidas, <strong>seis demonstram-se sobretudo com documenta\u00e7\u00e3o e processos<\/strong>. Escreves a pol\u00edtica, defines o procedimento, guardas a ata. As <strong>outras quatro<\/strong>, mais partes de duas das anteriores, n\u00e3o se demonstram com um documento, mas sim com o estado real dos teus dispositivos e acessos numa data concreta.<\/p>\n<p>E essa segunda parte, a que se demonstra com dados, \u00e9 precisamente <strong>a que o Factorial IT gera de forma cont\u00ednua<\/strong>. Vejamos em detalhe.<\/p>\n<h2>Que medidas da NIS2 cobre o Factorial IT?<\/h2>\n<p>Uma ferramenta deste tipo n\u00e3o substitui um consultor nem um auditor. O que faz, isso sim, \u00e9 gerar por conta pr\u00f3pria metade do processo que vais ter de apresentar, a parte que se demonstra com dados. Estas s\u00e3o as <strong>seis medidas cobertas e a evid\u00eancia<\/strong> que resulta de cada uma.<\/p>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;\">Medida (art. 21.2)<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">O que exige<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">A evid\u00eancia de que precisas<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">Como a produz o Factorial<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#gestion-activos\">i) Gest\u00e3o de ativos<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Invent\u00e1rio de ativos com respons\u00e1vel identificado<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Invent\u00e1rio datado, com um respons\u00e1vel atribu\u00eddo a cada dispositivo<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Invent\u00e1rio em tempo real de uma frota mista macOS, Windows, Linux, iOS e Android, com cada dispositivo associado a uma pessoa, uma equipa e um departamento<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#control-accesos\">i) Controlo de acessos<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Ciclo de vida das contas e privil\u00e9gio m\u00ednimo<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Registo datado de cria\u00e7\u00f5es, altera\u00e7\u00f5es e revoga\u00e7\u00f5es<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Aprovisionamento e revoga\u00e7\u00e3o despoletados pelo evento de RH, com integra\u00e7\u00e3o com o teu fornecedor de identidade<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#seguridad-rrhh\">i) Seguran\u00e7a nos RH<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Procedimentos de entrada, mudan\u00e7a de fun\u00e7\u00e3o e sa\u00edda<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A execu\u00e7\u00e3o, n\u00e3o o procedimento escrito. As horas entre a sa\u00edda e o corte do \u00faltimo acesso<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A sa\u00edda \u00e9 executada a partir do dado de RH, pelo que a revoga\u00e7\u00e3o e o seu registo acontecem ao mesmo tempo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#criptografia-cifrado\">h) Criptografia e encripta\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Pol\u00edticas de encripta\u00e7\u00e3o aplicadas e verificadas<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Percentagem da frota de dispositivos com encripta\u00e7\u00e3o ativa numa data concreta<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Aplica\u00e7\u00e3o e verifica\u00e7\u00e3o de FileVault e BitLocker, com a lista de dispositivos n\u00e3o conformes e o registo da remedia\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#mantenimiento-sistemas\">e) Aquisi\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de sistemas<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Sistemas atualizados e software com suporte<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">N\u00edvel de patch por dispositivo, tempo m\u00e9dio de aplica\u00e7\u00e3o e lista de sistemas em fim de vida (EOL)<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Acompanhamento de vers\u00f5es, pol\u00edticas de atualiza\u00e7\u00e3o e dete\u00e7\u00e3o de vulnerabilidades conhecidas e software fora de suporte<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#ciberhigiene\">g) Ciber-higiene<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Prote\u00e7\u00e3o contra c\u00f3digo malicioso implementada e ativa em todos os dispositivos<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Cobertura real do agente, dispositivo a dispositivo<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Verifica\u00e7\u00e3o do estado do agente de prote\u00e7\u00e3o em cada dispositivo e sinaliza\u00e7\u00e3o dos que n\u00e3o o t\u00eam<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#gestion-incidentes\">b) Gest\u00e3o de incidentes<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Notifica\u00e7\u00e3o inicial em 24 horas e avalia\u00e7\u00e3o de impacto em 72<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">O \u00e2mbito do incidente e o registo da resposta, com horas<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A consola devolve de imediato o utilizador do dispositivo afetado, os seus acessos, as suas aplica\u00e7\u00f5es e o hist\u00f3rico de a\u00e7\u00f5es<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3 id=\"gestion-activos\">i) Gest\u00e3o de ativos<\/h3>\n<p>Quase toda a gente tem uma lista de dispositivos. <strong>Quase ningu\u00e9m a tem associada a pessoas<\/strong>, e sem essa liga\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel demonstrar nem a revoga\u00e7\u00e3o de acessos nem o \u00e2mbito de um incidente.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma segunda falha habitual. O invent\u00e1rio fica-se muitas vezes pelos port\u00e1teis, quando a norma inclui tamb\u00e9m os servi\u00e7os contratados a fornecedores externos. No Factorial IT, <strong>o invent\u00e1rio re\u00fane hardware, software instalado e vers\u00f5es a partir de uma \u00fanica consola<\/strong>, com uma frota mista de macOS, Windows, Linux, iOS e Android, e cada dispositivo fica associado a uma pessoa, uma equipa e um departamento atrav\u00e9s da liga\u00e7\u00e3o ao sistema de RH. Integra ainda as aplica\u00e7\u00f5es SaaS efetivamente em uso, incluindo as contratadas fora do IT.<\/p>\n<p><strong>A evid\u00eancia que o Factorial IT gera:<\/strong> invent\u00e1rio descarreg\u00e1vel, datado, com um respons\u00e1vel por ativo e a percentagem de cobertura do relat\u00f3rio.<\/p>\n<h3 id=\"control-accesos\">i) Controlo de acessos<\/h3>\n<p>O princ\u00edpio do privil\u00e9gio m\u00ednimo \u00e9 f\u00e1cil de enunciar e dif\u00edcil de comprovar. O que uma auditoria pede n\u00e3o \u00e9 a pol\u00edtica de permiss\u00f5es, mas sim <strong>a lista de quem tem acesso a qu\u00ea hoje e desde quando<\/strong>. Na maioria das organiza\u00e7\u00f5es essa lista n\u00e3o existe enquanto tal e tem de ser reconstru\u00edda entrando aplica\u00e7\u00e3o a aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Factorial IT <strong>mant\u00e9m esse invent\u00e1rio de acessos por pessoa e automatiza o aprovisionamento consoante a fun\u00e7\u00e3o<\/strong>, com regras que atribuem grupos, permiss\u00f5es e licen\u00e7as a partir dos dados do software de RH. As aplica\u00e7\u00f5es em que a automatiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel s\u00e3o cobertas por um fluxo de tickets que deixa o mesmo rasto audit\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>A evid\u00eancia que o Factorial IT gera:<\/strong> um registo datado de cria\u00e7\u00f5es, altera\u00e7\u00f5es e revoga\u00e7\u00f5es, e o mapa de acessos por pessoa a qualquer momento.<\/p>\n<h3 id=\"seguridad-rrhh\">i) Seguran\u00e7a nos RH<\/h3>\n<p>O procedimento de offboarding est\u00e1 escrito em quase todas as empresas. O que n\u00e3o existe \u00e9 a prova da sua execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Quase nenhuma organiza\u00e7\u00e3o sabe dizer quantas horas passaram, nas \u00faltimas doze sa\u00eddas, entre o \u00faltimo dia do colaborador e o corte do \u00faltimo acesso. \u00c9 exatamente isso que se audita.<\/p>\n<p>A entrada e a sa\u00edda s\u00e3o despoletadas a partir do pr\u00f3prio software de RH da Factorial, n\u00e3o de um ticket. Quando algu\u00e9m novo entra na equipa, <strong>s\u00e3o aprovisionadas contas e acessos consoante a sua fun\u00e7\u00e3o<\/strong>. Quando esse colaborador sai da empresa, <strong>s\u00e3o revogados os acessos, \u00e9 bloqueado o dispositivo e s\u00e3o libertadas as licen\u00e7as<\/strong>. Os AI Agents identificam todos os acessos, dispositivos e aplica\u00e7\u00f5es atribu\u00eddos a uma pessoa e executam a sa\u00edda completa, pelo que a revoga\u00e7\u00e3o e o seu registo acontecem no mesmo momento.<\/p>\n<p><strong>A evid\u00eancia que o Factorial IT gera:<\/strong> o rasto completo de cada sa\u00edda, com a hora de revoga\u00e7\u00e3o de cada acesso e o tempo decorrido desde o \u00faltimo dia do colaborador.<\/p>\n<h3 id=\"criptografia-cifrado\">h) Criptografia e encripta\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A pergunta do auditor nunca \u00e9 se tens encripta\u00e7\u00e3o de disco. \u00c9 <strong>em que percentagem da frota de dispositivos est\u00e1 ativa e em que data foi verificada<\/strong>. A pol\u00edtica que imp\u00f5e a encripta\u00e7\u00e3o existe em quase todas as empresas, mas o dado sobre que dispositivos a cumprem hoje n\u00e3o.<\/p>\n<p>O Factorial IT <strong>aplica e verifica FileVault e BitLocker em toda a frota<\/strong>, e permite definir pol\u00edticas de configura\u00e7\u00e3o por fun\u00e7\u00e3o, sistema operativo ou estado de seguran\u00e7a. Entram aqui a firewall, o bloqueio de sess\u00e3o, a pol\u00edtica de palavras-passe e as restri\u00e7\u00f5es a perif\u00e9ricos. Os desvios s\u00e3o detetados e corrigidos de forma autom\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>A evid\u00eancia que o Factorial IT gera:<\/strong> a percentagem de conformidade por regra numa data concreta, a lista nominal de dispositivos n\u00e3o conformes e o rasto das remedia\u00e7\u00f5es. \u00c9 essa lista nominal que importa, porque \u00e9 o que transforma um n\u00famero numa evid\u00eancia utiliz\u00e1vel.<\/p>\n<h3 id=\"mantenimiento-sistemas\">e) Aquisi\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de sistemas<\/h3>\n<p>Esta categoria cobre a seguran\u00e7a ao longo da vida de um sistema, desde que \u00e9 comprado at\u00e9 que \u00e9 retirado, e inclui a gest\u00e3o de vulnerabilidades. No posto de trabalho, isso traduz-se em duas coisas, <strong>manter o software atualizado<\/strong> e <strong>n\u00e3o ter em produ\u00e7\u00e3o sistemas que j\u00e1 n\u00e3o recebem patches<\/strong>.<\/p>\n<p>A primeira coisa faz-se em quase todas as empresas, mas comprova-se em muito poucas. Aplicam-se patches e, ainda assim, n\u00e3o h\u00e1 forma de responder ao tempo m\u00e9dio que decorre entre a publica\u00e7\u00e3o de uma atualiza\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e a sua aplica\u00e7\u00e3o em toda a frota, que \u00e9 justamente a m\u00e9trica pedida. A segunda pesa ainda mais, porque um dispositivo com um sistema operativo fora de suporte \u00e9 um incumprimento expl\u00edcito, e n\u00e3o uma recomenda\u00e7\u00e3o, e esses dispositivos costumam aparecer precisamente durante a auditoria.<\/p>\n<p>O que o Factorial IT mant\u00e9m em dia.<\/p>\n<ul>\n<li>O acompanhamento das vers\u00f5es de sistema operativo e aplica\u00e7\u00f5es em toda a frota.<\/li>\n<li>As pol\u00edticas de atualiza\u00e7\u00e3o, com o respetivo n\u00edvel de aplica\u00e7\u00e3o por dispositivo.<\/li>\n<li>As vulnerabilidades conhecidas detetadas em cada dispositivo, com o respetivo estado de remedia\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O software fora de suporte, assinalado no pr\u00f3prio invent\u00e1rio.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>A evid\u00eancia que o Factorial IT gera:<\/strong> o n\u00edvel de patch por dispositivo, o tempo m\u00e9dio de aplica\u00e7\u00e3o e a lista de sistemas sem suporte.<\/p>\n<h3 id=\"ciberhigiene\">g) Ciber-higiene<\/h3>\n<p>A ciber-higiene agrupa as pr\u00e1ticas b\u00e1sicas de seguran\u00e7a que se d\u00e3o como garantidas mas que \u00e9 preciso poder demonstrar, e uma delas \u00e9 <strong>a prote\u00e7\u00e3o contra c\u00f3digo malicioso<\/strong> em todos os dispositivos. O que se audita n\u00e3o \u00e9 teres um antiv\u00edrus contratado, mas que esteja instalado e ativo em cada dispositivo.<\/p>\n<p>E aqui conv\u00e9m ser preciso. O Factorial IT n\u00e3o \u00e9 o antiv\u00edrus, \u00e9 a camada que demonstra que est\u00e1 l\u00e1 e que funciona.<\/p>\n<p>O que se mostra numa auditoria \u00e9, em geral, a fatura do antiv\u00edrus. O que se verifica \u00e9 a cobertura efetiva, e h\u00e1 quase sempre entre 3% e 8% de dispositivos sem agente ou com o agente parado, normalmente por causa de uma reinstala\u00e7\u00e3o, de um dispositivo novo que ningu\u00e9m inscreveu ou de um utilizador com permiss\u00f5es de administrador local. <strong>O Factorial IT verifica o estado do agente de prote\u00e7\u00e3o em cada dispositivo<\/strong> e assinala os que n\u00e3o o t\u00eam.<\/p>\n<p><strong>A evid\u00eancia que o Factorial IT gera:<\/strong> a cobertura efetiva do antimalware, dispositivo a dispositivo, com data.<\/p>\n<h3 id=\"gestion-incidentes\">b) Gest\u00e3o de incidentes<\/h3>\n<p>A NIS2 obriga a notificar os incidentes significativos num prazo muito curto, com um <strong>alerta inicial em 24 horas e uma avalia\u00e7\u00e3o de impacto em 72<\/strong>. Cumprir esse calend\u00e1rio depende de conseguir responder depressa a uma pergunta concreta, que \u00e9 at\u00e9 onde chegou o incidente.<\/p>\n<p>O problema n\u00e3o est\u00e1 em detetar, mas em delimitar. O que bloqueia a notifica\u00e7\u00e3o \u00e9 <strong>saber que dados, que acessos e que sistemas estavam ao alcance do dispositivo comprometido<\/strong>, e responder a isso \u00e0 m\u00e3o leva dias.<\/p>\n<p>Quando um incidente afeta um dispositivo, a consola devolve de imediato o utilizador, os seus acessos, as suas aplica\u00e7\u00f5es e o hist\u00f3rico de a\u00e7\u00f5es sobre o dispositivo. Inclui bloqueio e elimina\u00e7\u00e3o remota, com o rasto de cada a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A evid\u00eancia que o Factorial IT gera:<\/strong> o \u00e2mbito do incidente e o rasto da resposta, com horas.<\/p>\n<h2>Onde o Factorial IT faz o grosso do trabalho<\/h2>\n<p>Al\u00e9m das seis medidas anteriores, <strong>h\u00e1 mais quatro em que o Factorial IT resolve a parte que depende dos dados<\/strong>, a mais dispendiosa de reunir, como j\u00e1 vimos. O resto destas medidas completa-se com outras ferramentas ou com um processo interno. N\u00e3o \u00e9 o mesmo que as medidas que o Factorial IT n\u00e3o cobre de todo, que veremos mais \u00e0 frente. Nestes quatro pontos, a ferramenta traz algo concreto, o invent\u00e1rio, a rastreabilidade ou a visibilidade que normalmente demora semanas a reconstruir \u00e0 m\u00e3o.<\/p>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;\">Medida (art. 21.2)<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">O que exige<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">A parte que o Factorial cobre<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">A parte que n\u00e3o cobre<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#parte-incidentes\">b) Gest\u00e3o de incidentes<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Detetar o incidente e delimitar o seu \u00e2mbito para notificar dentro do prazo<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">O \u00e2mbito e a rastreabilidade do que aconteceu no dispositivo<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A dete\u00e7\u00e3o. O Factorial IT n\u00e3o \u00e9 um SIEM nem um SOC<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#parte-mfa\">j) Autentica\u00e7\u00e3o multifator<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Ter a MFA ativa onde se aplique e conseguir demonstrar em que contas o est\u00e1<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A visibilidade sobre que contas a t\u00eam ativa<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A MFA em si, disponibilizada pelo teu fornecedor de identidade<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#parte-accesos\">i) Revis\u00e3o de acessos<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Verificar periodicamente que cada pessoa tem apenas as permiss\u00f5es de que precisa<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">O invent\u00e1rio de acessos por pessoa e a execu\u00e7\u00e3o da revoga\u00e7\u00e3o<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">O processo formal de recertifica\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica com aprovadores<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#parte-cadena\">d) Cadeia de abastecimento<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Conhecer e avaliar o risco dos fornecedores e servi\u00e7os em uso<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">O invent\u00e1rio real dos servi\u00e7os em uso, incluindo o shadow IT<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A avalia\u00e7\u00e3o e a contrata\u00e7\u00e3o de fornecedores, que \u00e9 um processo<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3 id=\"parte-incidentes\">b) Gest\u00e3o de incidentes<\/h3>\n<p>Um incidente de seguran\u00e7a tem dois momentos. <strong>Detet\u00e1-lo<\/strong> e, uma vez detetado, <strong>perceber at\u00e9 onde chegou<\/strong>. S\u00e3o dois trabalhos distintos, feitos por ferramentas distintas.<\/p>\n<p>A dete\u00e7\u00e3o, ou seja, aperceberes-te de que algo de mau est\u00e1 a acontecer, \u00e9 tarefa de um SIEM ou de um SOC. Um <strong>SIEM<\/strong> \u00e9 um sistema que recolhe e correlaciona os registos de toda a infraestrutura para gerar um alarme quando deteta algo an\u00f3malo. Um <strong>SOC<\/strong> \u00e9 a equipa de pessoas que vigia esses alarmes. O Factorial IT n\u00e3o \u00e9 nenhuma das duas coisas e n\u00e3o pretende s\u00ea-lo.<\/p>\n<p>O que faz, isso sim, depois de o incidente ser detetado, \u00e9 delimit\u00e1-lo. Quando o dispositivo afetado \u00e9 gerido pelo Factorial IT, <strong>a consola devolve de imediato quem o utilizava, a que \u00e9 que essa pessoa tinha acesso e que a\u00e7\u00f5es tinham sido executadas sobre o dispositivo<\/strong>. \u00c9 exatamente o que \u00e9 preciso para notificar dentro do prazo, mas o alarme que despoleta todo o processo vem de outro s\u00edtio.<\/p>\n<h3 id=\"parte-mfa\">j) Autentica\u00e7\u00e3o multifator<\/h3>\n<p>A autentica\u00e7\u00e3o multifator (MFA) \u00e9 disponibilizada pelo teu fornecedor de identidade (Google Workspace, Microsoft Entra ID ou outro), que \u00e9 onde os teus colaboradores iniciam sess\u00e3o. <strong>O Factorial IT n\u00e3o substitui esse fornecedor nem ativa a MFA por conta pr\u00f3pria<\/strong>.<\/p>\n<p>Onde o Factorial IT ajuda \u00e9 na parte do controlo. A norma n\u00e3o exige apenas ter a MFA, exige <strong>poder demonstrar em que contas est\u00e1 realmente ativa<\/strong>, e essa fotografia costuma estar dispersa por v\u00e1rias ferramentas. A integra\u00e7\u00e3o com o fornecedor de identidade permite reunir essa informa\u00e7\u00e3o num \u00fanico s\u00edtio.<\/p>\n<h3 id=\"parte-accesos\">i) Revis\u00e3o de acessos<\/h3>\n<p>Rever os acessos significa verificar de tempos a tempos que <strong>cada pessoa continua a ter apenas as permiss\u00f5es de que precisa<\/strong>, nem mais nem menos. Isto tem duas faces. Uma \u00e9 ter a lista de quem acede a qu\u00ea. A outra \u00e9 o processo formal de sentar um respons\u00e1vel a rever essa lista e a assinar que a aprova, aquilo a que se chama recertifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Factorial IT resolve a primeira face. <strong>Mant\u00e9m o invent\u00e1rio de acessos por pessoa sempre atualizado<\/strong> e executa a revoga\u00e7\u00e3o quando \u00e9 altura disso. O que n\u00e3o traz \u00e9 o circuito de aprova\u00e7\u00e3o, ou seja, o fluxo em que cada respons\u00e1vel de \u00e1rea rev\u00ea periodicamente os acessos da sua equipa e deixa registo de que os validou.<\/p>\n<h3 id=\"parte-cadena\">d) Cadeia de abastecimento<\/h3>\n<p>Esta medida procura controlar o risco que entra pelos teus fornecedores, sobretudo os de software e servi\u00e7os digitais. Tamb\u00e9m tem duas partes. Saber que fornecedores e servi\u00e7os est\u00e1s mesmo a usar, e avaliar e contratar esses fornecedores com as devidas garantias.<\/p>\n<p>\u00c9 na primeira que o Factorial IT d\u00e1 o seu contributo. <strong>Descobre as aplica\u00e7\u00f5es SaaS realmente em uso na organiza\u00e7\u00e3o<\/strong>, incluindo as que foram contratadas fora do departamento de IT, aquilo a que se chama <em>shadow IT<\/em>. Esse invent\u00e1rio real \u00e9 o ponto de partida da medida, porque n\u00e3o podes controlar o risco de um fornecedor que nem sabias que estavas a usar. O que fica de fora \u00e9 a segunda parte, <strong>a avalia\u00e7\u00e3o e a contrata\u00e7\u00e3o de cada fornecedor<\/strong>, que \u00e9 um processo de neg\u00f3cio e n\u00e3o um dado.<\/p>\n<h2>O que o Factorial IT n\u00e3o cobre, e como abord\u00e1-lo<\/h2>\n<p>Estas quatro \u00e1reas ficam fora do Factorial IT, porque nenhuma ferramenta desta categoria cobre as dez medidas do artigo 21.2. Ainda assim, saber como abord\u00e1-las e por que ordem \u00e9 o que separa um projeto de seis semanas de um de seis meses.<\/p>\n<table>\n<thead>\n<tr>\n<th style=\"text-align: center;\">Medida (art. 21.2)<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">Porque n\u00e3o \u00e9 software<\/th>\n<th style=\"text-align: center;\">O que te poupa o Factorial IT<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#no-gobernanza\">a) Governan\u00e7a, pol\u00edtica e an\u00e1lise de riscos<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">S\u00e3o decis\u00f5es de dire\u00e7\u00e3o que algu\u00e9m tem de assinar<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">O invent\u00e1rio de ativos, por onde arranca a an\u00e1lise de riscos<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#no-formacion\">g) Forma\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">Requer uma plataforma de forma\u00e7\u00e3o com acompanhamento por colaborador<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A lista de colaboradores por departamento que alimenta essa plataforma<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#no-continuidad\">c) C\u00f3pias de seguran\u00e7a, continuidade e infraestrutura<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">\u00c9 outra camada, feita de servidores, rede e instala\u00e7\u00f5es, n\u00e3o o posto de trabalho<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">O invent\u00e1rio de sistemas sobre o qual se define o plano de continuidade<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"#no-supervision\">f) Supervis\u00e3o, auditoria e teste de intrus\u00e3o<\/a><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A supervis\u00e3o cont\u00ednua \u00e9 um SOC e a auditoria \u00e9 feita por um terceiro independente<\/td>\n<td style=\"text-align: center;\">A evid\u00eancia que o auditor pede logo na primeira reuni\u00e3o, j\u00e1 gerada<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3 id=\"no-gobernanza\">a) Governan\u00e7a, pol\u00edtica e an\u00e1lise de riscos<\/h3>\n<p>Isto n\u00e3o \u00e9 software porque s\u00e3o decis\u00f5es de dire\u00e7\u00e3o. Um documento que ningu\u00e9m aprova n\u00e3o vale como evid\u00eancia, e nenhuma ferramenta pode assinar por ti a pol\u00edtica de seguran\u00e7a nem a an\u00e1lise de riscos.<\/p>\n<p>A forma de o abordar \u00e9 com <strong>uma consultora<\/strong>, mas delimitando o encargo. Para uma empresa com menos de 300 pessoas, este \u00e9 um projeto de <strong>quatro a seis semanas<\/strong>, e deveria entregar-te quatro coisas concretas.<\/p>\n<ul>\n<li>A pol\u00edtica de seguran\u00e7a.<\/li>\n<li>A atribui\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00f5es, com nome e apelido.<\/li>\n<li>A an\u00e1lise de riscos sobre os ativos cr\u00edticos.<\/li>\n<li>A ata de aprova\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o de administra\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Pede um or\u00e7amento fechado por entreg\u00e1vel, n\u00e3o \u00e0 hora. Al\u00e9m disso, chegas com vantagem, j\u00e1 que a an\u00e1lise de riscos arranca sempre pelo invent\u00e1rio de ativos, que costuma ser o primeiro m\u00eas de trabalho da consultora. Se o trazes j\u00e1 feito e associado a pessoas, saltas esse m\u00eas e entras diretamente na an\u00e1lise.<\/p>\n<h3 id=\"no-formacion\">g) Forma\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>A al\u00ednea g) do artigo 21.2 tem duas metades. Uma \u00e9 a <strong>ciber-higiene t\u00e9cnica<\/strong>, que inclui o antimalware e que o Factorial IT cobre. A outra \u00e9 a <strong>forma\u00e7\u00e3o dos colaboradores em seguran\u00e7a<\/strong>, e essa fica de fora, porque para a dar \u00e9 preciso uma plataforma espec\u00edfica que registe quem concluiu cada curso.<\/p>\n<p>\u00c9 a medida mais barata de todas e, ao mesmo tempo, a que mais costuma ficar para tr\u00e1s. Uma plataforma de simula\u00e7\u00e3o de phishing e microforma\u00e7\u00e3o custa pouco por colaborador e por ano, e a \u00fanica coisa que se audita \u00e9 <strong>a exist\u00eancia do registo de quem fez a forma\u00e7\u00e3o<\/strong>. Contrata-se uma vez e quase n\u00e3o exige acompanhamento.<\/p>\n<p>A sua \u00fanica manuten\u00e7\u00e3o real \u00e9 manter atualizada a lista de colaboradores que a alimenta, organizada por departamento. E essa lista \u00e9 precisamente a que o Factorial IT j\u00e1 tem em dia, em vez de ser gerida \u00e0 m\u00e3o numa folha \u00e0 parte.<\/p>\n<h3 id=\"no-continuidad\">c) C\u00f3pias de seguran\u00e7a, continuidade e infraestrutura<\/h3>\n<p>\u00c9 a mais heterog\u00e9nea das quatro. Sob a mesma ep\u00edgrafe cabem o backup e a recupera\u00e7\u00e3o, o plano de continuidade e de recupera\u00e7\u00e3o de desastres, a seguran\u00e7a de rede e a firewall perimetral, os servidores e as cargas de trabalho na cloud, e o controlo de acessos f\u00edsicos. Nada disto \u00e9 terreno do Factorial IT.<\/p>\n<p>A primeira coisa \u00e9 separar dois elementos que costumam andar juntos mas n\u00e3o s\u00e3o o mesmo. Por um lado, a ferramenta de backup, que \u00e9 uma compra e se resolve com o teu integrador habitual. Por outro, o plano de continuidade, que n\u00e3o se compra, escreve-se e ensaia-se, e isso sim exige tempo interno. Consiste em definir que servi\u00e7os s\u00e3o cr\u00edticos, quanto tempo podes ficar sem eles e quem faz o qu\u00ea entretanto. Conv\u00e9m come\u00e7ar pelos poucos servi\u00e7os sem os quais a empresa para de imediato, n\u00e3o pela lista completa de sistemas.<\/p>\n<p>Aqui o invent\u00e1rio volta a ser o ponto de partida, porque n\u00e3o podes definir um plano de continuidade sobre sistemas que nem sequer est\u00e3o identificados.<\/p>\n<h3 id=\"no-supervision\">f) Supervis\u00e3o, auditoria e teste de intrus\u00e3o<\/h3>\n<p>Esta medida agrupa <strong>as tr\u00eas formas de comprovar que aquilo que implementaste funciona mesmo<\/strong>. A supervis\u00e3o \u00e9 vigiar os sistemas de forma cont\u00ednua para detetar atividade an\u00f3mala. A auditoria \u00e9 a revis\u00e3o, interna ou externa, que verifica que as medidas est\u00e3o implementadas e s\u00e3o cumpridas. E o teste de intrus\u00e3o, ou pentest, \u00e9 contratar algu\u00e9m para tentar entrar nos teus sistemas como o faria um atacante, e assim encontrar as falhas antes deles.<\/p>\n<p>Nada disto o faz o Factorial IT, e por motivos diferentes em cada caso. A <strong>supervis\u00e3o cont\u00ednua<\/strong> \u00e9 um SOC, ou seja, uma equipa que vigia alertas a toda a hora, de que j\u00e1 fal\u00e1mos na sec\u00e7\u00e3o dos incidentes. A <strong>auditoria<\/strong>, por defini\u00e7\u00e3o, tem de ser feita por um terceiro independente que n\u00e3o seja o teu fornecedor. E o pentest \u00e9 executado por uma empresa especializada em seguran\u00e7a ofensiva. S\u00e3o tr\u00eas fornecedores externos, n\u00e3o uma fun\u00e7\u00e3o de software.<\/p>\n<p>O que te pode orientar, isso sim, \u00e9 a ordem, porque aqui h\u00e1 um conselho que poupa dinheiro. A supervis\u00e3o avan\u00e7ada do tipo SOC s\u00f3 \u00e9 exig\u00edvel \u00e0s entidades essenciais, por isso, se \u00e9s uma entidade importante, n\u00e3o a contrates antes de teres fechadas as medidas b\u00e1sicas, porque \u00e9 a despesa mais alta do projeto e a que menos urge. A auditoria e o pentest ficam para o fim, quando j\u00e1 h\u00e1 algo para auditar, e contratam-se a um terceiro acreditado.<\/p>\n<h2>Como cumprir a NIS2 de princ\u00edpio a fim?<\/h2>\n<p>Ao longo do artigo, <strong>as dez medidas do artigo 21.2 foram separadas em tr\u00eas grupos<\/strong>. As seis que o Factorial IT cobre com dados, as que cobre a meias e as que ficam de fora porque s\u00e3o decis\u00f5es, documentos ou fornecedores externos. O problema de separar assim \u00e9 que depois algu\u00e9m tem de juntar todas as pe\u00e7as.<\/p>\n<p>A resposta \u00e9 que n\u00e3o tens de as juntar tu. <strong>O Factorial IT<\/strong> resolve a camada t\u00e9cnica, a que se demonstra com o estado real dos teus dispositivos e acessos, enquanto <strong>uma equipa de especialistas e parceiros especializados<\/strong> em conformidade trata da pol\u00edtica, da an\u00e1lise de riscos, da continuidade e da auditoria. E n\u00e3o o fazem por conta pr\u00f3pria, apoiam-se nos dados que o Factorial IT j\u00e1 gera, pelo que a evid\u00eancia produzida pela ferramenta \u00e9 a mesma que eles usam para montar o processo completo. O que seria um projeto com cinco interlocutores diferentes torna-se um servi\u00e7o de princ\u00edpio a fim.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\u27a1\ufe0f <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/nis2-factorial-it\">EM CONFORMIDADE COM A NIS2 EM POUCAS SEMANAS. O Factorial IT combina MDM, gest\u00e3o de acessos e um consultor de conformidade dedicado para te levar de zero \u00e0 conformidade com a NIS2.<\/a> \u2b05\ufe0f<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 uma decis\u00e3o que valha a pena adiar. O incumprimento da NIS2 acarreta <strong>coimas at\u00e9 10 milh\u00f5es de euros ou 2% do volume de neg\u00f3cios global<\/strong> para as entidades essenciais, e <strong>responsabilidade direta dos \u00f3rg\u00e3os de gest\u00e3o<\/strong>. Chegar tarde e \u00e0 \u00faltima hora \u00e9 a forma mais cara de cumprir. Come\u00e7ar pela parte que se resolve com dados, e apoiar-se num parceiro para o resto, \u00e9 a mais previs\u00edvel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diretiva NIS2 levanta a mesma d\u00favida a quem tem de responder por ela, seja de IT, de conformidade ou de dire\u00e7\u00e3o. O que \u00e9 preciso fazer ao certo, e por onde come\u00e7ar. A resposta inc\u00f3moda \u00e9 que n\u00e3o se cumpre com uma \u00fanica ferramenta. 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