{"id":66339,"date":"2022-02-01T10:18:16","date_gmt":"2022-02-01T08:18:16","guid":{"rendered":"https:\/\/factorialhr.com\/blog\/?p=66339"},"modified":"2023-06-16T09:22:18","modified_gmt":"2023-06-16T07:22:18","slug":"inteligencia-emocional-entrevista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/inteligencia-emocional-entrevista\/","title":{"rendered":"Intelig\u00eancia emocional e cultura organizacional, entrevista a Paula Roosch"},"content":{"rendered":"<p><strong>De certo que j\u00e1 ouviu falar sobre Intelig\u00eancia Emocional. Ou pelo menos j\u00e1 se deparou com alguma conversa sobre a necessidade de entendermos melhor as nossas emo\u00e7\u00f5es. O conceito de intelig\u00eancia emocional tem tem ganho muita for\u00e7a nos \u00faltimos anos. Especialmente nas empresas, que t\u00eam procurado cada vez mais desenvolver estas soft skills junto dos seus colaboradores.<\/strong><\/p>\n<p>A intelig\u00eancia emocional \u00e9 um conceito da psicologia utilizado para designar a capacidade do ser humano em lidar com as emo\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m de ser muito importante cada pessoa desenvolver esta capacidade, <strong>a intelig\u00eancia emocional \u00e9 muito \u00fatil no sucesso profissional<\/strong>. Falamos, por exemplo, nas <strong>rela\u00e7\u00f5es interpessoais<\/strong> com colegas, mas tamb\u00e9m de <strong>automotiva\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>As pessoas, ao ganharem controlo sobre as suas emo\u00e7\u00f5es, adquirem tamb\u00e9m mais autogest\u00e3o sobre as suas vidas. Tudo junto contribui para o alcance de prop\u00f3sitos e objetivos definidos.<\/p>\n<p>Nesta entrevista conversamos com <strong><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/paularoosch\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Paula Roosch<\/a><\/strong>, mentora e facilitadora em Felicidade e Cultura Organizacional. \u00c9 tamb\u00e9m fundadora o grupo <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/midiamor\/\">Midiamor<\/a>. A Paula partilha connosco o que \u00e9 a intelig\u00eancia emocional, quais os impactos na cultura organizacional e d\u00e1 ainda exemplos pr\u00e1ticos sobre os benef\u00edcios da intelig\u00eancia emocional no dia a dia.<\/p>\n<p><strong>Leia a entrevista completa abaixo e conhe\u00e7a algumas t\u00e9cnicas e dicas sugeridas pela Paula, para implementar na sua empresa.<\/strong><\/p>\n \n <!--HubSpot Call-to-Action Code -->\n    <span class=\"hs-cta-wrapper\" id=\"hs-cta-wrapper-1f2c2117-3579-4cd7-a7ac-906e588ab848\">\n        <span class=\"hs-cta-node hs-cta-1f2c2117-3579-4cd7-a7ac-906e588ab848\" id=\"1f2c2117-3579-4cd7-a7ac-906e588ab848\">\n            <a href=\"https:\/\/cta-redirect.hubspot.com\/cta\/redirect\/4960096\/1f2c2117-3579-4cd7-a7ac-906e588ab848\">\n                <img decoding=\"async\" class=\"lazyload hs-cta-img\" id=\"hs-cta-img-1f2c2117-3579-4cd7-a7ac-906e588ab848\" style=\"border-width:0px;\" src=\"https:\/\/no-cache.hubspot.com\/cta\/default\/4960096\/1f2c2117-3579-4cd7-a7ac-906e588ab848.png\"  alt=\"performance\" width=\"900\" height=\"308\" \/>\n            <\/a>\n        <\/span>\n        <script type=\"text\/javascript\">\n            function loadCTA(){\n                window.hbspt.cta.load(4960096, '1f2c2117-3579-4cd7-a7ac-906e588ab848', {'region': 'eu1'})\n            }\n            if(window.hbspt){\n                loadCTA()\n            }else{\n                Defer.js(\n                    'https:\/\/js.hubspot.com\/cta\/current.js',\n                    'hubspotCTA', \n                    0, \n                    loadCTA\n                );\n            }\n        <\/script>\n    <\/span>\n<!-- end HubSpot Call-to-Action Code -->\n\n<h2>1) Conte-nos, por favor, um pouco mais sobre o seu percurso profissional at\u00e9 chegar a Mentora e Facilitadora em Felicidade e Cultura Organizacional?<\/h2>\n<p>A minha hist\u00f3ria \u00e9 curiosa. Sou bi\u00f3loga de forma\u00e7\u00e3o e trabalhei durante dez anos na \u00e1rea de gest\u00e3o estrat\u00e9gica em empresas muito diversas (qu\u00edmicas, metal\u00fargicas, consultorias, autom\u00f3vel), tanto fam\u00edliares como multinacionais. A lista \u00e9 longa!<\/p>\n<p>Durante a minha caminhada profissional, percebi que todas as empresas, sem exce\u00e7\u00e3o, tinham o mesmo desafio: criar um <strong>ambiente de trabalho<\/strong> que estimulasse a confian\u00e7a e a <strong>colabora\u00e7\u00e3o das pessoas<\/strong>.<\/p>\n<p>Normalmente o que eu via era justamente o contr\u00e1rio: <strong>pessoas stressadas que contribuiam para uma cultura de desconfian\u00e7a<\/strong> e de muitos conflitos. Esta quest\u00e3o, apesar de ser encarada ainda como um problema pontual por muitos gestores, \u00e9 capaz de afetar todos os processos produtivos. Al\u00e9m da qualidade dos produtos e servi\u00e7os de uma empresa.<\/p>\n<p>Para ilustrar melhor o ponto anterior, gosto de mostrar os dados de um estudo muito interessante realizado pela Page Personnel. Nove em cada dez profissionais s\u00e3o contratados pelo seu perfil t\u00e9cnico, as chamadas \u201chard skills\u201d, e demitidos por quest\u00f5es comportamentais, as \u201csoft skills\u201d.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o o que devemos fazer? Contratar apenas pessoas preparadas emocionalmente e socialmente, e considerar menos as suas compet\u00eancias t\u00e9cnicas? Ou criar programas e ambientes corporativos que ajudem as pessoas a se desenvolverem com a empresa?<\/p>\n<p>Perante esta quest\u00e3o, percebi que a minha miss\u00e3o estava em criar ferramentas para as pessoas aprenderem algo que, embora seja essencial, n\u00e3o \u00e9 trabalhado na sua forma\u00e7\u00e3o. A minha miss\u00e3o estava em em ensinar as pessoas a lidar com as pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es e a se comunicarem de forma efetiva e n\u00e3o-violenta.<\/p>\n<p>Aprofundei-me no assunto e fiquei apaixonada em estudar Intelig\u00eancia Emocional, <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/comunicacao-nao-violenta\/\">Comunica\u00e7\u00e3o N\u00e3o-Violenta<\/a>, Empatia e Compaix\u00e3o. Fundei o Grupo Midiamor e comecei a contar hist\u00f3rias de empatia e a ensinar novas metodologias. Foi assim que gradualmente fiz a minha transi\u00e7\u00e3o de carreira. Hoje dedico-me exclusivamente em formar culturas mais colaborativas!<\/p>\n<h2>2) Quais as principais atividades do dia a dia de uma mentora e facilitadora a trabalhar na \u00e1rea da Intelig\u00eancia Emocional, que est\u00e1 em t\u00e3o franco crescimento?<\/h2>\n<p>Como as atividades s\u00e3o bastante variadas, gosto de fazer um planeamento eficaz do meu dia. At\u00e9 porque um bom planeamento pode ajudar a gerir a ansiedade rotineira.<\/p>\n<p>Passo a maior parte do tempo a ensinar as ferramentas que desenvolvo, seja em forma\u00e7\u00f5es, workshops, conversas ou mentorias. Cada forma\u00e7\u00e3o \u00e9 uma oportunidade de perceber a realidade de um lugar de uma forma diferente, de testar e de aprimorar as minhas metodologias.<\/p>\n<p>Gosto muito de adaptar o que estudo a um contexto particular de uma equipa. Por isso digo aos meus alunos e mentorados que todas as experi\u00eancias s\u00e3o v\u00e1lidas e podem ser utilizadas como mat\u00e9ria-prima para novos desafios. A minha bagagem profissional, como consultora de sistemas de gest\u00e3o, permite-me ter essa macro perspectiva nas culturas organizacionais, a partir de uma micro quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Para desenvolver e adaptar os meus materiais de forma\u00e7\u00e3o e exerc\u00edcios, reservo um tempo do meu dia para estudar autores diversos, artigos, pesquisas. No fundo, <strong>tudo que me ajude a ser uma profissional e uma pessoa mais capacitada<\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, estou bastante presente na Internet: conto hist\u00f3rias no Instagram <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/midiamor\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@midiamor<\/a>, ensino metodologias em <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/paulamidiamor\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@paulamidiamor<\/a>, tenho uma <a href=\"https:\/\/substack.com\/profile\/72094254-paula-do-midiamor?r=16x8a6&amp;utm_campaign=profile&amp;utm_medium=web\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Newsletter<\/a>, fa\u00e7o v\u00eddeos para o <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/EscolaM%C3%ADdiamor\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Youtube<\/a>, e muito mais. Apesar da produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado nas redes sociais ser desafiadora para manter o equil\u00edbrio emocional, podemos utilizar este meio para disseminar quest\u00f5es importantes.<\/p>\n<p>E claro, o mais importante: dedico tempo de qualidade \u00e0s pessoas, para as ajudar a relacionarem-se primeiro com as suas emo\u00e7\u00f5es e, depois, com os outros.<\/p>\n<p>A intelig\u00eancia emocional \u00e9 precursora \u00e0 intelig\u00eancia social. Uma vez que uma pessoa come\u00e7a a desenvolver essas habilidades dentro de si, ela sente o impacto diretamente nas suas rela\u00e7\u00f5es. Acompanhar esse processo \u00e9 um grande privil\u00e9gio e uma imensa responsabilidade, que levo muito a s\u00e9rio.<\/p>\n<h2>3) Muitas pessoas ainda n\u00e3o sabem o que \u00e9 a Intelig\u00eancia Emocional e os seus impactos na cultura organizacional. O que nos pode dizer sobre este conceito e os seus impactos?<\/h2>\n<p>Ainda existe muita confus\u00e3o no pr\u00f3prio conceito de emo\u00e7\u00f5es. Uma pessoa chamada de emotiva \u00e9 considerada uma pessoa mais fraca, desequilibrada e inst\u00e1vel. Quando, provavelmente, ela \u00e9 uma pessoa mais vulner\u00e1vel. Biologicamente essa diferen\u00e7a n\u00e3o existe.<\/p>\n<p>A parte cerebral que \u00e9 respons\u00e1vel por formular pensamentos e ideias, o c\u00f3rtex, desenvolve-se a partir do centro emocional, o sistema l\u00edmbico. Ou seja, <strong>todos os seres humanos s\u00e3o tanto racionais como emocionais.<\/strong> A diferen\u00e7a est\u00e1 na forma como estimulamos a conex\u00e3o entre essas duas partes, <strong>raz\u00e3o<\/strong> e <strong>emo\u00e7\u00e3o<\/strong>. Desenvolver essa conex\u00e3o \u00e9 estimular a intelig\u00eancia emocional.<\/p>\n<p>Um exemplo pr\u00e1tico de como isto <strong>impacta o comportamento de um colaborador<\/strong> e, consequentemente, a <strong>cultura de uma empresa<\/strong>:<\/p>\n<blockquote><p>Numa equipa h\u00e1 uma pessoa que se sente sobrecarregada e irrita-se com um novo pedido do seu gestor. Chateada, essa pessoa decide afastar-se e pede demiss\u00e3o. Sente que est\u00e1 a ter um burnout.<\/p>\n<p>Agora imagine que, na mesma situa\u00e7\u00e3o, mas num outro cen\u00e1rio essa mesma pessoa aprendeu a observar e a gerir as suas pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es. Ela sente-se confiante e comunica-se de forma clara. Al\u00e9m disso, sente que h\u00e1 espa\u00e7o para ter uma conversa com o seu gestor. Quando esta pessoa se sente sobrecarregada, ela j\u00e1 compreendeu o que fazer porque estava no seu controlo. Pediu ajuda e estabeleceu limites. Ao j\u00e1 ter feito o seu planeamento, quando o seu gestor solicita uma nova tarefa, ela partilha a sua preocupa\u00e7\u00e3o. Juntos discutem como poder\u00e1 ser poss\u00edvel otimizar a produtividade da equipa sem comprometer a qualidade do trabalho.<\/p><\/blockquote>\n<p>Percebe como isso pode afetar a cultura da empresa?<\/p>\n<p>Por isso, <strong>desenvolver a intelig\u00eancia emocional<\/strong> gera tantos <strong>impactos positivos na sa\u00fade emocional<\/strong> dos colaboradores! Al\u00e9m de ajudar a criar um ambiente confi\u00e1vel onde \u00e9 seguro falar sobre emo\u00e7\u00f5es, melhorar a comunica\u00e7\u00e3o, a colabora\u00e7\u00e3o e a <strong>produtividade<\/strong>.<\/p>\n<h2>4) Que t\u00e9cnicas podemos utilizar para o controlo emocional e automotiva\u00e7\u00e3o, e traz\u00ea-las para o nosso ambiente de trabalho?<\/h2>\n<p>Existem muitas t\u00e9cnicas que podem ser aplicadas em diferentes contextos, emo\u00e7\u00f5es e situa\u00e7\u00f5es. Vou citar rapidamente algumas das minhas favoritas, que podem ajudar os leitores a lidarem com situa\u00e7\u00f5es desafiadoras.<\/p>\n<h3>1) Tire tempo para si e ganhe perspetiva dos factos<\/h3>\n<p>Sempre que estiver a sentir emo\u00e7\u00f5es dif\u00edceis e intensas de processar, <strong>escolha tirar um tempo para si<\/strong>, para se acalmar e <strong>ganhar perspetiva dos factos<\/strong>. Isto porque, perante alguns gatilhos, podemos \u201cperder a cabe\u00e7a\u201d num processo chamado de \u201csequestro emocional\u201d.<\/p>\n<p>Nesses casos, as nossas emo\u00e7\u00f5es podem cegar a nossa capacidade racional.<\/p>\n<h3>2) D\u00ea nome \u00e0 emo\u00e7\u00e3o e perceba o gatilho e necessidade por tr\u00e1s dela<\/h3>\n<p>Tirar alguns minutos para respirar fundo, <strong>dizer o nome da emo\u00e7\u00e3o que est\u00e1 a sentir<\/strong> e entender qual foi o gatilho que a despertou. E qual a necessidade por tr\u00e1s dela. Este exerc\u00edcio pode mudar completamente a qualidade da a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Eu gosto muito de fazer isso, nomeadamente ao perceber o meu corpo. Perceber tamb\u00e9m qual \u00e9 a energia f\u00edsica que determinada emo\u00e7\u00e3o desperta.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o for poss\u00edvel afastar-se de uma situa\u00e7\u00e3o de stress, experimente dar nome \u00e0 emo\u00e7\u00e3o mentalmente, ofere\u00e7a empatia ao tomar consci\u00eancia do quanto aquela situa\u00e7\u00e3o lhe traz sofrimento.<\/p>\n<h3>3) Desenvolva a metavis\u00e3o<\/h3>\n<p>Tire uma perspectiva aos factos. Lembre-se que tudo \u00e9 passageiro e que todas as pessoas sofrem. \u00c9 como se deix\u00e1ssemos de estar mergulhados na situa\u00e7\u00e3o, que nos pode afogar; para navegarmos sobre ela, observando os factos com menos julgamentos. A isto se chama <strong>desenvolver uma metavis\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>O mais importante \u00e9 ter a consci\u00eancia de que n\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel reprimir ou remoer uma emo\u00e7\u00e3o por mais tempo do que o necess\u00e1rio. As emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o uma b\u00fassola que nos indicam o que precisamos de preencher, manter ou de nos livrar. Sendo assim, elas devem ser consideradas para tomarmos decis\u00f5es.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 fundamental realizar o processo investigativo ao entendermos os pensamentos por tr\u00e1s dos sentimentos. E o que nos motiva a agir, ao inv\u00e9s de sermos impulsivos. Este questionamento pode ser feito atrav\u00e9s de conversas, da escrita ou simplesmente tendo um di\u00e1logo interno mais emp\u00e1tico.<\/p>\n<h2>5) Como podemos utilizar as emo\u00e7\u00f5es para criar uma cultura mais colaborativa?<\/h2>\n<p>Eu sei que falar sobre as nossas emo\u00e7\u00f5es pode ser algo que n\u00e3o parece combinar com um ambiente corporativo, uma vez que muitas pessoas t\u00eam dificuldade em falar o que sentem. At\u00e9 nas suas rela\u00e7\u00f5es pessoais.<\/p>\n<p>No entanto, ao entendermos que as emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o indicadores de necessidades e fontes de energia para a\u00e7\u00f5es e intera\u00e7\u00f5es, descobrimos que temos algo muito poderoso dentro de n\u00f3s. Mas que, muitas vezes, n\u00e3o fazemos boa utiliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 como algu\u00e9m que tem um computador de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o aprendeu a utiliz\u00e1-lo. Imagine as empresas criarem meios para capacitar emocionalmente os seus colaboradores? Essa \u00e9 a ideia.<\/p>\n<p>Ainda vivemos numa sociedade que sofre de<strong> analfabetismo emocional<\/strong>. Se as pessoas t\u00eam dificuldade em compreender o que sentem, ter\u00e3o dificuldade em se comunicarem. Ent\u00e3o \u00e9 importante criar meios para os colaboradores desenvolverem as suas capacidades de autoperce\u00e7\u00e3o e controlo das emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desta capacita\u00e7\u00e3o, os colaboradores precisam de ter alguma flexibilidade e autonomia para se planearem de acordo com as suas responsabilidades e com o seu estado emocional.<\/p>\n<p><strong>Por exemplo:<\/strong> se hoje me sinto particularmente motivada, pode ser um bom dia para trocar ideias, fazer reuni\u00f5es, ser criativa. Se estou triste, posso aproveitar meu n\u00edvel de energia mais baixo para fazer an\u00e1lises, relat\u00f3rios, fazer atividades que n\u00e3o exijam tanta intera\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>Esta flexibilidade s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com o exemplo das <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/lideranca-transformacional\/\">lideran\u00e7as<\/a> e com a abertura para um di\u00e1logo vulner\u00e1vel nas equipas. Um l\u00edder n\u00e3o precisa de saber os detalhes de um problema pessoal de um colaborador. Precisa, sim, de saber que ele n\u00e3o est\u00e1 no melhor do seu foco para liderar um projeto importante naquela semana.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 que h\u00e1 essa disposi\u00e7\u00e3o para cultivar relacionamentos nas organiza\u00e7\u00f5es? <strong>Pessoas n\u00e3o s\u00e3o m\u00e1quinas. Precisamos de conex\u00f5es reais.<\/strong><\/p>\n<p>\ud83c\udfa7 <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/webinars\/educacao-corporativa\"><strong>[Webinar] Educa\u00e7\u00e3o corporativa: Como redesenhar a aprendizagem nas empresas?<\/strong><\/a><\/p>\n<h2>6) Que a\u00e7\u00f5es um profissional de RH poder\u00e1 desenvolver para ajudar a melhorar tanto a sa\u00fade emocional dos colaboradores, como a cultura organizacional?<\/h2>\n<p>Trabalhar em RH exige bastante criatividade, uma vez que lidar com seres humanos complexos \u00e9 um imenso desafio. Mais do que t\u00e9cnicas prontas, o profissional precisa de ser receptivo aos v\u00e1rios pedidos, problemas e caracter\u00edsticas das equipas onde ir\u00e1 desenvolver uma a\u00e7\u00e3o. Muitas vezes, a a\u00e7\u00e3o aplicada tem a melhor das inten\u00e7\u00f5es, mas se for feita com uma abordagem invasiva, pode gerar uma rea\u00e7\u00e3o pouco recetiva por parte dos colaboradores.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das <a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/formacao-profissional-codigo-do-trabalho\/\">forma\u00e7\u00f5es<\/a> de compet\u00eancias, workshops e conversas, \u00e9 preciso desenvolver programas cont\u00ednuos, com caminhos e objetivos. Quanto mais esses caminhos considerarem casos reais e pr\u00e1ticos de situa\u00e7\u00f5es vivenciadas pelos colaboradores, maior ser\u00e1 a <strong>abertura e aprendizagem das equipas<\/strong>.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m muitas din\u00e2micas que desenvolvo junto de profissionais dos Recursos Humanos para fortalecer a cultura:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>c\u00edrculos de reciprocidade<\/strong>, que s\u00e3o reuni\u00f5es semanais para pessoas pedirem ajuda umas \u00e0s outras;<\/li>\n<li><strong>canal Midiamor<\/strong>, no qual os colaboradores podem trocar hist\u00f3rias boas que aconteceram;<\/li>\n<li>dar <strong><a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/dar-feedback-dicas\/\">feedbacks positivos<\/a><\/strong> e trocar agradecimentos;<\/li>\n<li>rede de e-mails para conectar pessoas que t\u00eam interesses comuns;<\/li>\n<li>trabalho social em conjunto entre equipas;<\/li>\n<li>apoio psicol\u00f3gico e espa\u00e7o para escruta ativa de pessoas que precisam de conversar;<\/li>\n<li>e tantas outras possibilidades!<\/li>\n<\/ul>\n<p>Refor\u00e7o que um trabalho especial de consciencializa\u00e7\u00e3o precisa de ser <strong>realizado em conjunto com as lideran\u00e7as.<\/strong> Desta forma os l\u00edderes estar\u00e3o alerta sobre os estados emocionais dos seus colaboradores. Assim ir\u00e3o conseguir dialogar, antes de tomar decis\u00f5es. Sem o envolvimento real da gest\u00e3o de topo, nenhum programa tem real efic\u00e1cia.<\/p>\n<p>Para os profissionais de RH eu deixo o mesmo lembrete que digo aos meus alunos: <strong>confie no processo.<\/strong> Muitas vezes os resultados das a\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o imediatos. O segredo est\u00e1 nos 2Ps, <strong>paci\u00eancia<\/strong> e <strong>pr\u00e1tica<\/strong>. S\u00e3o nos pequenos h\u00e1bitos do dia a dia que desenvolvemos <strong>maturidade emocional.<\/strong><\/p>\n<p>\ud83d\udcda<a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/cultura-organizacional-crise\/\"><strong> [Artigo] Dicas para ter uma boa cultura organizacional<\/strong><\/a><\/p>\n<h2>7) Na sua opini\u00e3o, de que forma a tecnologia pode ajudar as pessoas a serem mais colaborativas e emp\u00e1ticas umas com as outras?<\/h2>\n<p>Como tudo na vida, a tecnologia \u00e9 uma ferramenta que podemos utilizar contra ou a nosso favor. Quanto mais consci\u00eancia tivermos disso, maior ser\u00e1 a nossa liberdade de escolha. Podemos criar consci\u00eancia ao utilizarmos um sistema emocional interno, que levou milh\u00f5es de anos para evoluir e que, muitas vezes, tentamos silenciar.<\/p>\n<p>Com o telem\u00f3vel temos um universo na palma das m\u00e3os. Ao mesmo tempo que temos acesso a milh\u00f5es de pessoas, informa\u00e7\u00f5es e ferramentas, tamb\u00e9m temos uma fonte geradora de ansiedade. Com diversos gatilhos que roubam a nossa aten\u00e7\u00e3o e o nosso tempo.<\/p>\n<h3><strong>Escolha com quem e para quem ir\u00e1 investir o seu tempo e aten\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/h3>\n<p>Fa\u00e7a perguntas simples: o que \u00e9 realmente importante para mim? Quem me traz paz? Com quem e o que me sinto feliz em partilhar? O que me provoca ansiedade? O que me gera ang\u00fastia? Posso ajudar algu\u00e9m? A tecnologia tem me feito sentir mais individualista ou mais emp\u00e1tico?<\/p>\n<p>Perceba tamb\u00e9m como as emo\u00e7\u00f5es o ajudam nesse processo.<\/p>\n<h3>Matenha a qualidade das suas intera\u00e7\u00f5es.<\/h3>\n<p>Mesmo que seja atrav\u00e9s de v\u00eddeo chamadas, mensagens e intera\u00e7\u00f5es em redes sociais. Apesar de nada se comparar \u00e0s intera\u00e7\u00f5es pessoais, a tecnologia permite-nos ultrapassar as barreiras da dist\u00e2ncia e do tempo. Ao inv\u00e9s de trocarmos mensagens sem muita relev\u00e2ncia, podemos estabelecer conex\u00f5es colaborativas.<\/p>\n<p>Recentemente conversei com uma pessoa pr\u00f3xima, que partilhou comigo o quanto se estava sentir preocupada e ansiosa no trabalho. Fizemos um &#8220;brainstorming&#8221; por telefone e troc\u00e1mos ideias sobre o que ela poderia fazer para ter novas oportunidades. Termin\u00e1mos a chamada e ela saiu com novos planos, e eu sa\u00ed contente por ter contribu\u00eddo para as suas possibilidades. O nosso potencial multiplica-se!<\/p>\n<p>A base de rela\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis \u00e9 a escuta. Ou\u00e7a as suas emo\u00e7\u00f5es com aten\u00e7\u00e3o para aprender a relacionar-se com elas. Eu vivo todos os dias e garanto que vale a pena!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u2705 <strong><a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/get-started\">Teste o software de RH da Factorial durante 14 dias gratuitamente<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De certo que j\u00e1 ouviu falar sobre Intelig\u00eancia Emocional. Ou pelo menos j\u00e1 se deparou com alguma conversa sobre a necessidade de entendermos melhor as nossas emo\u00e7\u00f5es. O conceito de intelig\u00eancia emocional tem tem ganho muita for\u00e7a nos \u00faltimos anos. Especialmente nas empresas, que t\u00eam procurado cada vez mais desenvolver estas soft skills junto dos<a href=\"https:\/\/factorialhr.pt\/blog\/inteligencia-emocional-entrevista\/\" class=\"read-more\"> [&#8230;]<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":136,"featured_media":66355,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[398],"tags":[],"class_list":["post-66339","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-gestao-de-talentos"],"acf":{"topics":false},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v21.5 (Yoast SEO v21.9.1) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Intelig\u00eancia emocional e cultura organizacional, entrevista a Paula Roosch | Factorial<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O que \u00e9 intelig\u00eancia emocional? 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