[⭐ Open Talk] Falar de salários: A Desigualdade, a Lei e a Mentalidade
30 de Março | 17h Descubra, numa conversa aberta e prática, o que muda com a nova lei de transparência salarial e porque este tema vai muito além da legislação. Durante esta sessão, vamos explorar o impacto real desta mudança nas empresas e na cultura portuguesa, onde falar de dinheiro continua a ser um tabu.
Sem compromisso. Sem discurso institucional. Apenas uma conversa honesta, informada e necessária. O que pode esperar desta open talk? Nesta sessão online, vai acompanhar uma conversa entre a Factorial e a Catarina Marques Rodrigues, jornalista especializada em desigualdade de género. Iremos abordar tópicos como:
- Porque é que falar de salários ainda é um tabu em Portugal; O impacto cultural da nova lei de transparência salarial; Como a falta de transparência alimenta o gender pay gap; O papel das empresas na mudança de mentalidades; O que muda, na prática, para organizações e colaboradores; Como começar a ter conversas mais abertas sobre remuneração.
Para quem é esta sessão? Empresas que querem antecipar mudanças e liderar pelo exemplo
Se sente que falar de salários ainda é desconfortável ou até evitado esta conversa é para si. Mais do que uma lei, uma mudança cultural. A transparência salarial não é apenas uma obrigação legal é uma oportunidade para repensar práticas, promover equidade e construir culturas mais justas.
👉 Reserve já o seu lugar na open talk. As vagas são limitadas.
Open talk Online
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Sobre Catarina Marques Rodrigues
Catarina Marques Rodrigues é jornalista portuguesa especializada em desigualdade de género, direitos humanos e diversidade. Com experiência em meios como a RTP, Observador e SIC, é também autora do programa “Dona da Casa” na Antena 3 e fundadora do projeto Gender Calling.
Ao longo da sua carreira, tem-se destacado como moderadora de debates e oradora em iniciativas de organizações como a ONU e a Comissão Europeia, além de formadora em comunicação inclusiva.
O seu trabalho jornalístico já foi reconhecido por várias entidades, incluindo a ILGA Portugal e a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, afirmando-se como uma voz relevante na promoção da igualdade e na discussão pública sobre o gender gap.
