Transcrição
Conduzir na tempestade
Assumir o comando no meio da tempestade:Precisas do resto da tripulação?
Isto é fantástico.Obviamente, a tripulação é essencial e, quanto mais priorizares passar tempo com a equipa,mais fácil será gerir momentos de crise, onde precisas de te apoiar na confiança que tens nas tuas equipas para ajudar, orientar e tomar as decisões certas, com elas e por elas.
Tive muita sorte: trabalhei com equipas fantásticas, com um forte sentido de coesão, e isso é muito importante; estavam sempre muito unidos e estávamos sempre juntos.
Claro que isto não aconteceu de um dia para o outro; foi uma evolução gradual.
Já não sou a mesma pessoa do início, quando tive o prazer de liderar a primeira equipa, porque se aprende muito.
E essa evolução fez-me perceber novamente que é preciso passar tempo com a equipa, para construir confiança e criar respeito mútuo.
Quando te encontras numa situação de crise, é aí que tens de usar todo este background que criaste: aparecer com calma, tomar as melhores decisões, pôr as coisas em perspetiva, não para minimizar a situação, mas, logicamente, para não pareceres submersa pelas ondas.
Ao mesmo tempo,ser resiliente, porque é evidente que, dentro da mesma equipa, há capacidades diferentes e maneiras diferentes de lidar com crises. E, portanto, o que se exige a uma liderança é que se mostre com serenidade, para poder ter impacto nas pessoas que podem viver com mais ansiedade perante mudanças ou crises.
É um papel crucial, e esse impacto é ainda maior quando já existe uma relação baseada na confiança e no respeito mútuo.
Devemos, sem dúvida, valorizar a resiliência e, como dizia,a coesão: a coesão permite que a equipa se mantenha junta e gere melhor as situações, incluindo as que implicam tomar as melhores decisões,que também se tomam quando não estás sozinho, com a ajuda da equipa,que no fim é responsável por executar ou por fornecer a informação de que precisas para decidires bem e depressa.
Portanto, sim: toda a tripulação — em crise,em tempestade e mesmo sem ela.
Conduzir na tempestade
Assumir o comando no meio da tempestade:Precisas do resto da tripulação?
Isto é fantástico.Obviamente, a tripulação é essencial e, quanto mais priorizares passar tempo com a equipa,mais fácil será gerir momentos de crise, onde precisas de te apoiar na confiança que tens nas tuas equipas para ajudar, orientar e tomar as decisões certas, com elas e por elas.
Tive muita sorte: trabalhei com equipas fantásticas, com um forte sentido de coesão, e isso é muito importante; estavam sempre muito unidos e estávamos sempre juntos.
Claro que isto não aconteceu de um dia para o outro; foi uma evolução gradual.
Já não sou a mesma pessoa do início, quando tive o prazer de liderar a primeira equipa, porque se aprende muito.
E essa evolução fez-me perceber novamente que é preciso passar tempo com a equipa, para construir confiança e criar respeito mútuo.
Quando te encontras numa situação de crise, é aí que tens de usar todo este background que criaste: aparecer com calma, tomar as melhores decisões, pôr as coisas em perspetiva, não para minimizar a situação, mas, logicamente, para não pareceres submersa pelas ondas.
Ao mesmo tempo,ser resiliente, porque é evidente que, dentro da mesma equipa, há capacidades diferentes e maneiras diferentes de lidar com crises. E, portanto, o que se exige a uma liderança é que se mostre com serenidade, para poder ter impacto nas pessoas que podem viver com mais ansiedade perante mudanças ou crises.
É um papel crucial, e esse impacto é ainda maior quando já existe uma relação baseada na confiança e no respeito mútuo.
Devemos, sem dúvida, valorizar a resiliência e, como dizia,a coesão: a coesão permite que a equipa se mantenha junta e gere melhor as situações, incluindo as que implicam tomar as melhores decisões,que também se tomam quando não estás sozinho, com a ajuda da equipa,que no fim é responsável por executar ou por fornecer a informação de que precisas para decidires bem e depressa.
Portanto, sim: toda a tripulação — em crise,em tempestade e mesmo sem ela.
