Transcrição
Uma equipa apaixonada pela marca Vou para esta que é a mais fofinha.
É necessário que a equipa se apaixone pela marca?
Mais do que a equipa se apaixonar pela marca, eu diria que é necessário que a equipa se apaixone pelo negócio. Isto porquê?
Porque o negócio é constituído por projetos, é constituído por equipas,por produtos, por marcas e portanto quando há esta ligação, obviamente que toda a parte do envolvimento, o chamado engagement acaba por surgir e a paixão também surge. No caso da Grupo L'Oreal o nosso objetivo, o nosso propósito não é vender nem batons, nem protetores celares, nem perfumes, nem xampons.
Fazemos e gostamos muito de o fazer mas não é esse o nosso propósito, não é esse o que nos faz sair da cama todos os dias, o que nos faz é criar a beleza que move o futuro.
É isso que nós acreditamos que poderemos fazer a diferença no mundo e é um propósito em que cada colaborador, cada um de nós, dá um conceito diferente a cada um desses. E se olharmos aqui para o universo, para o Grupo L'Oreal, temos várias marcas e algumas marcas têm aqui emissões mais específicas e se puder aqui partilhar as minhas duas preferidas, a La Roche-Posay por exemplo, que tem aqui o propósito de cuidar das peles sensíveis, claramente é um compromisso para com a saúde, para com a dermatologia e para com o impacto social.
E se quisermos olhar para a mítica L'Oreal Paris com a famosa frase, o famoso clima, porque nós o merecemos,porque eu o mereço, sabemos que vai muito mais além destas palavras.
Significa o empoderamento feminino.Significa apoiar e dar espaço à mulher para ter a sua identidade com mais confiança. Portanto, quando os colaboradores trabalham com marcas com este propósito obviamente que toda a parte da paixão vem por acréscimo e os resultados também são evidentes.
Há desafios e sabemos que nem sempre todas as pessoas vão encaixar ou vão ter fit com uma empresa e está tudo bem. Vamos democratizar isso também. Eu costumo dizer que nas empresas é que a parte do fit e do match é como nas relações amorosas.
Muitas das vezes há pessoas que estão em relações que mais tarde percebem que não era por aí, não era a pessoa indicada naquele momento e a mesma coisa acontece com as organizações. Está tudo bem reconhecer que chegou ao fim e que vamos seguir caminhos diferentes. Portanto, quando isso acontece, obviamente tem que haver estas conversas e tem que haver aqui uma tomada de decisões, mas o que acontece?
Aqui o sentimento de marca torna-se muito importante porque os colaboradores são colaboradores mais do que colaboradores.
Eu, Tânia, sou colaboradora, mas sou embaixadora, sou consumidora e, portanto, é altamente importante que os nossos colaboradores se sintam conectados com a marca e que possam fazer viver esta missão e estes valores na organização.
