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Digitalização nos RH

Liderança em PMEs: o que está a faltar?

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5 minutos de leitura
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Em PMEs, alcançar um cargo de gestão pelas competências técnicas não garante capacidade de liderar pessoas. Como refere Jordi Romero, CEO da Factorial, ser manager é um título; ser líder é conquistar influência e inspirar os outros. Liderar eficazmente vai além da gestão de tarefas: implica motivar equipas, alinhar objetivos estratégicos e promover o desenvolvimento das pessoas.

No entanto, muitos gestores ficam sobrecarregados com tarefas administrativas, limitando a sua capacidade de liderar e impactar o crescimento do negócio.

Factos Essenciais

  • A principal falha na liderança em PMEs é a sobrecarga dos gestores com tarefas operacionais, o que os impede de se focarem na estratégia e no desenvolvimento das suas equipas.
  • De acordo com a InvoiceXpress, as PMEs em Portugal são responsáveis por cerca de 77,4% do emprego e 68,3% do valor acrescentado da economia.
  • A centralização de processos de RH numa única plataforma, segundo a InvoiceXpress, pode poupar até sete horas por semana aos gestores, tempo que pode ser reinvestido na liderança e acompanhamento das equipas.

Tabela de Conteúdos

  1. Ser gestor não é o mesmo que ser líder
  2. As tarefas que sufocam a liderança em PMEs
  3. Liderança (des)informada: o impacto dos dados nas PMEs
  4. O ciclo vicioso de apagar fogos
  5. Liderar também acarreta custos para a vida pessoal
  6. Relações à distância (mesmo no escritório)
  7. Como desbloquear a liderança em PMEs

Image 1: liderança nas pmes

1.Ser gestor não é o mesmo que ser líder

Em PMEs, o gestor é, muitas vezes, o elo entre a execução e a direção. É quem garante que tudo acontece e que os prazos são cumpridos, mas isso não é o mesmo que liderar.

Para liderar eficazmente, mais do que saber quando é o momento certo para parar, pensar e ouvir, é fundamental dispor de tempo para o fazer. Liderar em PMEs implica alinhar a equipa com os objetivos da empresa, apoiar o crescimento individual (que, claro, traz consequências para o funcionamento da organização como um todo) e tomar decisões estratégicas conscientes.

Um gestor sem tempo, preso a tarefas administrativas, não terá certamente disponibilidade, a todos os níveis, para liderar uma equipa no seu significado mais pleno.

Muitos vivem este cenário diariamente. O estudo da Factorial, Pobres Managers, confirma que os gestores se sentem bloqueados. Querem ser líderes, mas a realidade é que a falta de ferramentas adequadas os prende a um ciclo de tarefas que pouco valor acrescentam à sua função principal.

Image 2: líderes com carga de trabalho

2. As tarefas que sufocam a liderança em PMEs

É difícil inspirar uma equipa quando se passa metade do dia a aprovar documentos, cruzar folhas de Excel ou resolver problemas de última hora. A liderança nas PMEs sofre porque o dia a dia dos gestores está demasiado ocupado com questões operacionais.

Em Portugal, os dados falam por si: 46% do tempo dos gestores é consumido por tarefas manuais, sendo que a maior parte dessas tarefas podem ser automatizadas. Além disso, sete horas por semana são perdidas entre confirmações de dados e verificação de tarefas dispersas por várias plataformas. Um dia inteiro, todas as semanas, que podia ser usado para acompanhar pessoas, em vez de processos.

Os desafios estratégicos para a liderança em 2026

Para além da sobrecarga administrativa, os líderes de PMEs em Portugal enfrentam desafios estratégicos crescentes. Segundo analistas da Executive Digest, 2026 será um ano pautado pela necessidade de reter talento num mercado competitivo, aumentar a produtividade com processos mais eficientes e acelerar a digitalização para não perder quota de mercado. Uma liderança forte é essencial para navegar esta complexidade.

Image 3: tempo poupado ao centralizar informação

3. Liderança (des)informada: o impacto dos dados nas PMEs

Quantas vezes se toma uma decisão importante com base em suposições? Demasiadas, provavelmente mais do que imagina: e isso custa caro. O mesmo estudo revela que quase metade dos gestores portugueses já viu a sua empresa perder dinheiro por causa de decisões mal informadas.

Sem dados atualizados e acessíveis, os gestores navegam no escuro, o que realça a falta de ferramentas adequadas. A capacidade de tomar decisões baseadas em dados fiáveis é um fator crítico de sucesso que, segundo especialistas citados pela Executive Digest, irá separar as empresas mais resilientes das restantes em 2026.

Soluções como as da Factorial funcionam como um tudo em um, permitindo, numa única plataforma:

Image 4: Frame-2117909359-1024x337.png

4. O ciclo vicioso de apagar fogos

Passar os dias a apagar fogos, um modo de trabalho que se resume a estar permanentemente a correr atrás do prejuízo, é um entrave a qualquer tipo de planeamento eficaz.

Mais de 40% dos projetos falham nas PMEs por falta de organização. Esta falta de estrutura, faz com que os gestores de equipas estejam constantemente a reagir a novas urgências e fiquem sem espaço para liderar. A automação torna-se a única forma viável de criar margem para pensar, gerir o fluxo de trabalho e tomar decisões de forma consciente e informada.

Como desenvolver competências de liderança na equipa de gestão?

Capacitar gestores em pequenas e médias empresas é fundamental para quebrar este ciclo. A solução passa por uma abordagem dupla:

  1. Formação Estruturada: Investir em programas de desenvolvimento de liderança que abordem temas como a gestão de pessoas, a transformação digital e a estratégia de crescimento. Iniciativas como o programa de Gestão para PME da Nova SBE são um exemplo de como a formação pode aumentar a competitividade.
  2. Ferramentas de Gestão: Adotar tecnologia que automatize tarefas repetitivas e centralize a informação. Isto liberta tempo para que os gestores se possam focar no que é realmente importante: liderar.

5. Liderar também acarreta custos para a vida pessoal

A liderança nas PMEs está a custar caro, e não falamos só em termos de negócio: preço é pago pelos gestores, quer fisicamente quer emocionalmente. O estudo indica que 72% dos gestores sentem o stress do trabalho refletido na vida pessoal. E não é difícil perceber porquê.

Quando não há tempo para tudo, fazem-se horas extra. O problema? A maioria das vezes essas horas não são registadas e, consequentemente, devidamente compensadas. Este padrão não é sustentável nem justo, e mina aquilo que devia ser o papel principal de um líder: estar presente, com disponibilidade.

Este esgotamento não só prejudica o bem-estar individual, como também afeta diretamente a cultura organizacional e a capacidade da empresa para reter talento, um dos maiores desafios para as PMEs portuguesas atualmente, como evidenciado pela Executive Digest.

6. Relações à distância (mesmo no escritório)

Liderar não é só dar ordens ou fazer reuniões. É estar atento. É perceber quando algo não está bem, mesmo sem que alguém o diga. Esta atenção exige tempo, e esse tempo raramente existe.

Segundo o estudo, 86% dos gestores portugueses dizem que a carga de trabalho os impede de criar relações fortes com a equipa. O que é que isto significa? Que a liderança se torna superficial, reativa, ausente. E quando finalmente se percebe que alguém está desmotivado… é tarde demais e já está a ter lugar o processo de offboarding.

Felizmente, a solução existe. Ferramentas como as deavaliação da Factorialfacilitam esse acompanhamento contínuo e tornam a partilha de feedback mais acessível e frequente, permitindo uma resolução atempada de problemas e evitando saídas inesperadas.

Image 5: Frame-2117909545.png

7. Como desbloquear a liderança em PMEs

A forma como o trabalho está organizado tem impacto direto nas funções de gestor. Mesmo com vontade e competência, é difícil liderar quando se passa o dia a alternar entre plataformas, a confirmar informações e a gerir falhas de comunicação.

É aqui que entra a Factorial. Com funcionalidades integradas e uma interface acessível, permite poupar tempo sem perder o controlo. Ao centralizar processos essenciais numa só plataforma, liberta os gestores de tarefas morosas e devolve-lhes a capacidade de agir com visão.

A melhor parte? Pode testar por si mesmo, gratuitamente, antes de se comprometer com uma subscrição. Basta solicitar uma demonstração gratuita para ver, em primeira mão, de que modo o acesso à automatização de tarefas permite desbloquear o potencial, não só dos líderes, como de toda a equipa. Experimente hoje mesmo.

Sou copywriter para uma das principais plataformas de streaming a nível mundial, além de escritora de conteúdos experiente, tradutora, especialista em SEO e em localização para várias marcas internacionais. Tenho um mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes e, no campo da escrita, fui distinguida com uma bolsa para desenvolver um romance, bem como com o prémio Aveiro Jovem Criador, atribuído a um conto. Ao longo dos últimos anos as minhas funções variaram entre o copywriting e a gestão de comunicação e conteúdos, primeiro numa agência de marketing, depois numa start-up e, mais recentemente, como freelancer. Gosto de pegar em temas complexos e torná-los claros, acessíveis e relevantes para quem lê.